Do imaginário. Antes do desejo de voar, de viajar. Depois, a ameaça de existir. A presença. A mudar aquelas vidas para sempre. Ou a ideia de que as vidas mudariam para sempre. Eu tenho uma frase que, em caracteres japoneses, diz que quando mudo a minha vida, altero o universo inteiro. E é isto que gostamos de fazer. Mudar o lugar das estrelas, no tabuleiro do céu. Às vezes, nem são estrelas que vemos. E os astronautas lá por perto no seu ofício mecânico. Curioso, o céu poder ser também um local de trabalho para o homem, e chamarmos-lhe espaço. Tão redundante, tão reduzido. E, em verdade, uma estrela que vemos pode ser somente um satélite perdido. Daqueles já sem funcionar. Lixo a luzir no espaço... E, no entanto, tanto que parece ser.
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sexta-feira, 29 de março de 2019
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
Swallow
Tell me something, boy. Are you happy in this modern place? 200 years on hold. Our lives there in the swallow. I don't think you care that much. A dromedary is on my shelf because as they say: if Muhammad does not go to the mountain... you will get him. In this tiny moment in earth where I live, and you live too. Sometimes I ask myself watching your feet, your socks. I ask for normality. I ask for God. And then I scream, you have not yet learned to shout if not in silence. Words are only painted fire. Memories of good things are like Turner painted storms but life happens when we are out there in the rain and you know well.
Tell me something, boy. Estás feliz neste lugar moderno? 200 anos em suspenso. As nossas vidas lá à superfície. Mas acho que não te importas muito. O dromedário na minha prateleira porque como se costuma dizer: se Maomé não vai à montanha... tu vais buscá-lo. Neste ínfimo momento terrestre onde eu vivo, e tu vives também. Às vezes pergunto-me olhando para os teus pés e para as tuas meias. Pergunto pela normalidade das coisas. Pergunto por Deus. E onde eu grito tu ainda não aprendeste a gritar se não em silêncio. Words are only painted fire. As lembranças das coisas boas são como as pinturas de tempestades de Turner mas a vida acontece é quando andamos à chuva e tu sabes bem.
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
Daring to Love
Há pessoas que sabem perfeitamente a razão de virem pisar esta Terra. A personagem principal de A Thousand Times Good Night representa - de câmara em punho - uma mulher com uma missão. Mas a vida é feita de escolhas, de risos, de culpa, de orgulho, de certezas, de enganos, de sacrifícios, projetos. E de muito além disto, numa linha condutora chamada tempo. E é feita de tantos dias e horas e meses que, mais à frente, ao olharmos para trás vemos que, afinal, para encher o coração, só tinha sido preciso (em cada segundo, sem adiar e sem pensar muito) que nos tivéssemos atrevido mais.
domingo, 12 de fevereiro de 2017
Ba-de Da-de
Um exemplo ainda melhor. Para nos deixarmos tocar ou desligarmos. É isto o gostar. Querer, não querer. Haver ou não sintonia. A meu ver, são os estados de alma que se comunicam, que se entendem, que se desejam. Há que ter a mesma febre de quem nos compreende, verdadeiramente. O que importa é a cumplicidade e o bem-estar. E algum egoísmo recíproco. Voltando aos estados de alma... Assim de repente, haveria para partilhar a tristeza e a alegria; e é isso que leva as pessoas a casar. Apenas na ficção a dor é uma coisa mesmo muito bela. Cá fora não é bonito assim sem partilhar. Não há ninguém para saber o que estou a pensar, o que quero comer, e quando sinto saudades de alguém.
Ni Su Nave
A banda sonora do Disconnect trouxe-me aqui. Então eu vim. Porque há coisas que vale a pena perseguir. E há homens que nascem para iluminar os filmes, transformando-os. Sem música as coisas não teriam jamais a mesma dimensão. Uma escada para podermos contemplar o resto, acima, o tanto que existe para lá do que conseguimos ver. Acho que só descobrimos quem somos através da música. E quem queremos a nosso lado através da mesma música. Porque somos muito mais em alma do que em corpo.
domingo, 25 de dezembro de 2016
Flute Loop
Também havia uma flauta naquela passagem do filme. Porque às vezes tudo é como um filme. E nem a minha poesia, nem a tua, nem os desenhos dos nossos dias, ou o som da natureza. Ou a força do teu corpo. Ou do meu pensamento, o meu olhar, o teu olhar de volta, e nem serve pensar que a gente pode não conseguir ter tudo. Porque eu posso mesmo fazer acontecer qualquer coisa quando tu estás lá em cada coisa. E até fico com medo de ser tão feliz assim.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Eternal Sunshine (The Pledge)
Podia ser o tema principal do filme, mas este tem mais discurso. Como coisas que dizemos que adiantam substância ao dia. - Gostava tanto de comprar umas barbatanas do teu número. É um sol que não se apagará jamais, pois esta versão traz uma promessa. Tocam cordas de um instrumento como amarras que prendem. Prestamos atenção a tudo em volta, damos mais atenção ao instante, ali. Basta sabermos que um dia iremos nadar juntos. E, naquele momento, sentimos aquilo que precisamos.
Bibo No Aozora
O Japão ainda na minha mira. - Iremos depois, dir-me-ias ao ouvido. E às vezes parece que te estou a ouvir. Vejo-me a olhar para ti. E continuo a ouvir-te. Sorrimos os dois. Acho que podia inventar letras para canções. Poemas que falassem da coragem que tens por mim. Da esperança que em ambos se sente. E da tristeza que guardo mesmo dentro da alegria que trago, sempre.
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terça-feira, 29 de novembro de 2016
The Sacrifice
Porque o amor dos homens é feito de vontade, de desejo. Não há nada de certo, nada de errado, somente esta afirmação-verdade. Não há nada que possa lembrar melhor ou esquecer mais. O amor está lá, persiste quando as pessoas partem, resiste quando desistem. O amor é um enorme estado de possibilidade. Aquela sensação de imensidão que apenas se encontra na natureza quando não há mais nada, e, naquele momento, em que se reconhece o poder absoluto de se ter tudo.
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Time
E, assim, se chega ao final do mês. Os dias têm sido um pouquinho de rotina. Pensamos se não seria hora de seguir para outro lugar. Há o colapso do tempo. Um efeito que paira sobre nós. Ao pensarmos que aquelas caras, as mesmas caras, se repetem naturalmente no avançar dos dias. Não existe qualquer problema com elas, ou fossem outras e tudo igual, mas os cenários são cada vez mais passados. A liberdade conduz à sabedoria, bem sinto. Mas tenho este papel de me ver tolerante para acalmar o desejo que nos impele a seguir. A aventura e o medo caminham de braço dado mas provavelmente tudo isto é um jogo para arrumar na prateleira e arranjar um novo para sonhar.
domingo, 18 de janeiro de 2015
Elastic Heart
All week is a cage. When we leave it's still night and when we get home it's the night after. And work is everything that happens in between. We spend all day doing our best efforts to succeed. Life is what you chose to do. Since December I've improved so many things. Remains my strange way of thinking. Maybe my heart doesn't have a beautiful shape: and probably it's elastic because I'm never homesick. All week is a cage: we work, but we also laugh, and sing a lot. I'm happy. And this is Sunday.
| Pt |
Toda a semana é uma jaula. Quando saímos ainda é de noite e quando regressamos já é a noite seguinte. E o trabalho é tudo o que acontece entretanto. Passamos o dia a dar o nosso melhor para termos sucesso. A vida é o que escolhes fazer dela. Desde Dezembro eu melhorei muita coisa. Permanece o meu estranho modo de pensar. Talvez o meu coração não tenha um formato bonito; e, provavelmente, seja elástico porque eu não tenho saudades de casa. Toda a semana é uma jaula: nós trabalhamos, mas nós também rimos e cantamos muito. Estou feliz. E isto é o Domingo.
domingo, 14 de dezembro de 2014
Vengeance
Francis Bacon called it «wild justice». It's one of those words. And I can't see any changes of expression. There is a tunnel in the reach of the eyes, more or less like a straight look to the end of the street, there, where memory remains. And in a weird place, light doesn't enter. The eyes stay without depth, matte, and the brightness fades away. The heart seams to be dead and nothing good is reflected in the eyes. So many impossible explanations for emotions to become crooked. Specially when we live real lives. One way or the other, they still make good movies. The Equalizer is a meteorite.
| Pt |
Francis Bacon chamou-lhe «justiça selvagem». É uma daquelas palavras. E já nem mudas de expressão. Existe um túnel no alcance dos olhos, mais ou menos como um olhar em recta até ao final da rua, ali, onde a memória persiste. E, num lugar esquisito, a luz não entra. Os olhos ficam sem profundidade, a mate, e o brilho desaparece. O coração parece estar morto e nada de bom se reflecte no olhar. Tantas explicações impossíveis para as emoções andarem torcidas. Principalmente quando vivemos a sério. Em todo o caso, ainda se fazem filmes bons. The Equalizer é um meteorito.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
The Hours
So many things shine a lot more than gold. The more I was walking in your direction, the more all over expanded. Like a thought-balloon. And as I floated, I wanted to give you all that I am. What I like. You were always paying attention. I thought we were made with the same labels. - If I'm not mistaken we got separated somewhere above the earth, I thought. Yes, just before we were born. So many things shine more than mundane things. Joy is a bargaining chip. I spoke and you couldn't hear me, and you were listening like you were there. And you always were. Inside my stories. It was late and early because it was the time of all time. The hours. Rather than ask me to be calm, you answer me with the image of the piano as if it were possible for someone to touch me like that.
| Pt |
Tanta coisa brilha mais que o ouro. Quanto mais caminhava na tua direcção mais tudo se expandia. Como um pensamento-balão. E enquanto flutuava, queria entregar-te tudo o que eu sou. O que eu gosto. Prestavas-me sempre atenção. Achei que éramos feitos com as mesmas etiquetas. - Ou muito me engano ou fomos separados algures acima da terra, pensei. Sim, antes de nascermos. Tanta coisa brilha mais do que as coisas mundanas. A alegria é uma moeda de troca. Eu falava sem me ouvires e tu escutavas como se estivesses ali. E estavas sempre. Dentro das minhas histórias. Era tarde e era cedo porque era o tempo a tempo de tudo. As horas. E em vez de me pedires calma, respondes-me com a imagem do piano como se fosse possível alguém tocar-me daquela maneira.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
La Despedida
Garcia Marques said: «"I feel nothing more or less, or I like or I dislike. Can't feel in homeopathic doses. I need and taste intensity, even if it is illusory, and if it isn't, it rather won't be. I don't feel like living mediocre stories, unrequited passions and people water with sugar. I don't know how to play and be latte. In my life, I just want people that somehow transpire adrenaline, that have enough courage to tell me how to feel before, during and after or invent good stories if they can't experience them. Because I always find a lot of things - because I have a fertile and delirious mind - and because I can find wrong - and have to excuse me - and I hate to apologize although I do so without finding it hard, if they prove to me that I screwed up thinking what I shouldn't. I want great histories and stories; I want love and hatred; I want the most, the best or anything. I do not care what is true or what is a lie, but it has to convince me, get the most of my pleasure and make me believe that it is forever, when I say forever convinced that "nothing is forever."» and nothing else matters.
04:15 - La Despedida
| Pt |
Garcia Marques disse: «Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja. Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. Não sei brincar e ser café com leite. Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias caso não possa vivê-las. Porque eu acho sempre muitas coisas - porque tenho uma mente fértil e delirante - e porque posso achar errado - e ter que me desculpar - e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia. Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crêr que é para sempre quando eu digo convicto que "nada é para sempre."» e nada mais importa.
domingo, 7 de setembro de 2014
Hey Now
Hey Now, so much to see from here: my big future. (Sorry, but some words are not quite translated). And instead of the pictures I would paste a song. There is too much that transcends Words and Pictures. Inspiration is to find certain characters that should had been made in the real space. Gerald Di Pego has created a battle between words and images, one of those wars as wars that we always know how to start but never foresee how to end. Wings of illusion.The fresh juice without vitamins. The metaphor of letting it drink the hours that are just ours. And at the end of the day, the perfume is all lost in the air. Kind of war, just as love is.
| Pt |
Hey now, dá para ver daqui: o meu futuro grandalhão. (Lamento mas algumas palavras não se traduzem bem.) E em vez das imagens eu colaria uma música. Há tanto que se transcende em Words and Pictures. Inspiração é encontrar certas personagens que tomara fossem feitas no espaço real. Gerald Di Pego criou uma batalha entre palavras e imagens, daquelas guerras como todas as guerras que se sabe como começam mas jamais se antevê um fim. Asas de ilusão. O sumo fresco já sem vitaminas. A metáfora de deixar que se bebam as horas apenas nossas. E, no fim do dia o perfume perde-se no ar. Tipo de guerras, justamente como o amor é.
sábado, 6 de setembro de 2014
Chandelier
A chandelier. Not just a chandelier hanged in the center of my sky. If precisely at the center and wherever I find myself. Here, in a version caressed by the piano, and, as I rarely accepted, only in black and white. Just following The Fault in Our Stars, I fell like dedicating one story to one universe. Then I look above and I find all the colors again. Anytime now: 1,2,3. 1,2,3. I just need to hold on to the lights and bulbs which are colors and candles, count to 3, then watch them fall like confetti. Until last scraps covering the floor. On for tonight.
| Pt |
Um lustre. Não apenas um lustre pendurado-se no centro do meu céu. Se exactamente no centro onde quer que me encontre. Aqui, numa versão acaríciada ao piano, e, como raramente eu aceito, apenas em preto e em branco. Justamente a seguir a The Fault in Our Stars, dá vontade de dedicar uma história a um universo. Depois olho acima e encontro novamente todas as cores. A qualquer momento agora: 1,2,3. 1,2,3. Só preciso de me agarrar às luzes e lâmpadas que são cores e velas, contar até 3, e vê-las cair como confetis. Até aos últimos papelinhos se deitarem no chão. On for tonight.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Luminous
Thinking about intuition and the sixth sense, I remembered this song and the movie where I met this song. I remembered the magnanimous pleasure that precedes things that we foresee as almost, almost, perfect. Even knowing they will turn into something else although that’s not the most important part. Present is what counts. There are words that we read, and even just by reading, those words, enter us through life unevenly. A kind of twilight-argument of books designed to each one of us. Publishers domiciled in the tails of comets, and then you never know when it will drop some stardust. But speaking of heaven, I do not know if I'll catch the red and white rocket to Tintin's land, I do not know if I'll go closer to that Sun without Rio across the sea. Still seems too bright this idea of being able to stay.
| Pt |
A propósito de intuição e sextos sentidos, lembrei-me desta canção e do filme onde conheci esta canção. Lembrei-me do magnânime prazer que antecede as coisas que se antevêem quase, quase, perfeitas. Mesmo sabendo que se revelerão outra coisa qualquer mas isso nem é o mais importante. O presente é que conta. Há palavras que lemos, e mesmo só ao lermos, essas, entram-nos pela vida de maneira desigual. Uma espécie de crepúsculo-argumento dos livros destinados a cada um de nós, de editoras sedeadas nas caudas dos cometas, e depois nunca se sabe quando nos vai cair alguma da poeira estelar. Mas por falar em céu, não sei se vou apanhar o foguetão vermelho e branco para a terra do Tintin, e também não sei se vou para mais perto daquele Sol sem Rio do outro lado do mar. Ainda me parece demasiado luminosa esta ideia de poder ficar.
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Come Wander With Me
He said: come wander with me, love and so I went.
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| Paradise @ Porto da Balsa |
Magic has places inside that require a return. Thanks also to the Summer. This evening continues in French, with the masters of lounge and chillout, the ones who we can breathe until morning.
He said: come wander with me love
Come wander with me
Away from this sad world
Come wander with me
He came from the sunset
He came from the sea
He came from my sorrow
And can love only me
Oh where is the wanderer
Who wandered this way
He's passed on his wandering
And will never go away
Come wander with me love
Come wander with me
Away from this sad world
Come wander with me
He sang of a sweet love
Of dreams that would be
But I was sworn to another
And could never be free
| Pt |
Ele disse anda passear comigo e eu fui. E a magia contém lugares que obrigam a voltar. Obrigada também ao Verão. A noite continua em francês, com os masters do lounge e do chill, aqueles mesmo que se respiram até ser manhã.
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Air,
AQUELA MÚSICA e EU,
Bonnie Beecher,
CINEFILIA,
FOTOGRAFIA,
Jeff Alexander
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Reflections
Nostalgia never been my specialty. But in the field of music we are constantly revisiting the past. There are lots of music back there. Sometimes reborn brought in movies, in series. This one comes with China Beach memories and I feel like dancing again.
Through the mirror of my mind
Time after time, I see reflections of you and me
Reflections of the way life used to be
Reflections of the love you took from me
Oh, I'm all alone now, no love to shield me
Trapped in a world that's a distorted reality
Happiness you took from me
And left me alone with only memories
Through the mirror of my mind, through these tears
That I'm crying reflects a hurt I can't control
'Cause although you're gone, I keep holding on
To the happy times, oh when you were mine
As I peer through the window of lost time
Looking over my yesterdays and all the love
I gave all in vain, all the love, all the love
That I've wasted, all the tears, all the tears
That I've tasted all in vain
Through the hollow of my tears, I see a dream
That's lost from the hurt that you have caused
Everywhere I turn, seems like everything I see
Reflects the love that used to be
In you I put all my faith and trust
Right before my eyes, my world has turned to dust
After all the nights, I sat alone and wept
Just a handful of promises are all that's left of loving you
Reflections of the way life used to be
Reflections of the love you took from me
In you I put all my faith and trust
Right before my eyes my world has turned to dust
| Pt |
Saudosismos nunca foram a minha especialidade. Porém, no campo da música havemos constantemente de revisitar o passado. Há muita música que ficou lá atrás. Às vezes renasce trazida nos filmes, nas séries. Esta vem com memórias da China Beach. E apetece-me, outra vez, dançar.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Remember My Name
"Remember my Name" is a fabulous song from the soundtrack album for the documentary Girl Rising (2013). Girl Rising is a global movement for girls' education, that is being spread by CNN all over the globe given the actual context of the Nigerian schoolgirl kidnapping.
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