Não há razão para não conseguirmos. Abraçar aquele infinito. Quando me lembro das tantas imitações que me faziam soluçar a rir. Mas existirá no mundo algo melhor do que isso? A tua vocação para palcos e a minha loucura por momentos de alegria. Não há razão para não viver assim. Vamos então abraçar em concha o melhor de nós e festejar ao Sol (mesmo que as nuvens desçam), porque a vida é exatamente não haver razões para não viver os impossíveis.
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
sábado, 26 de novembro de 2016
Nightlite
A noite caiu logo de manhã. E, como alguém disse, nem é o tempo, nem são os dias, mas são as pessoas que fazem as estações. Mas hoje enchi-me de coragem para pensar de maneira temperada. Porque o que importa é animar a nossa alegria. O Sol não sabe nada de distâncias. A noite também pode vestir mais uma camisola, e pôr as mãos nos bolsos, na experiência de se vestir em silêncio. E então podemos despedir-nos com aquele aceno de quem abraça... Hasta siempre.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Noctuary
By definition, it is a record of what passes in the night; a kind of nightly journal. Today, tonight, I'm starting something new. Believing (that in the beginning) it will turn out less poetic but (liking it or not) my thoughts will be written in English. That's right, putting myself already in the place of a global cosmopolitan. For now on, my name is White Glue and this trip is a sort of an internship. A personal challenge, I can tell. However, I live my passions, and I'll be eternally in love with the Portuguese Language. So: What song would match with this decision? Fado could be an appropriate choice but, since my first appearance in this blog, I've shown that mood drives music and not the opposite, so I promise to keep this idea for the upcoming posts. A man holding a big black balloon seems a great first paragraph to me. When things seem tough that's when you have to look for wings outside of your back.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Black Sands
As noites ficaram mais frias mas ainda se sente o verão. A luz a escorrer na cidade. Os prédios mais vivos. A disposição generalizada que o tempo ameno assiste aos rostos. O ar tornou-se mais respirável e menos abafado. A temperatura baixou mas o verão ainda é a areia na praia. Perto do mar, essa areia a ficar escura e parece que pisávamos barro. Os meus pés grandes. Os teus pés enormes. Nesta nossa terra onde o outono tem tempo de chegar.
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