No tempo prometido, a minha praia. Foi anunciado e que venha para todos. Antes, é preciso limpar o sangue das batas, das mãos. Descansar de tudo, com a areia morna nas costas, nos pés. E ouvir o estuário de perto a encher. E sentir o lume do sol na cara. Perceber a herança do ar azul-turquesa da Arrábida que é a serenidade que melhor conheço. E, decididamente, nesta idade que não se prolonga, o meu melhor do mundo. Que merece que se dance até ao outro dia.
Sem comentários:
Enviar um comentário
Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.